Saberes ancestrais e práticas sociais de coletivos indígenas, negros e LGBTQIA+ fazem parte do estudo da Faculdade de Saúde Pública da USP. Organizações de prostitutas, respostas à violência do sistema prisional e produção sustentável de alimentos em periferias são contempladas no projeto.
Saberes ancestrais e práticas sociais de coletivos indígenas, negros e LGBTQIA+ fazem parte do estudo da Faculdade de Saúde Pública da USP. Organizações de prostitutas, respostas à violência do sistema prisional e produção sustentável de alimentos em periferias são contempladas no projeto.