Agência espacial utilizou dispositivo para monitorar atividade física e interações dos astronautas da missão Artemis 2. O actígrafo da Condor Instruments tem o formato de um relógio de pulso e integra acelerômetros e sensores de luz e temperatura para mapear padrões de sono e vigília dos usuários.
Agência espacial utilizou dispositivo para monitorar atividade física e interações dos astronautas da missão Artemis 2. O actígrafo da Condor Instruments tem o formato de um relógio de pulso e integra acelerômetros e sensores de luz e temperatura para mapear padrões de sono e vigília dos usuários.
Projeto conduzido no Centro de Ciência para o Desenvolvimento em Xenotransplante (XenoBR, sediado na USP), com apoio da FAPESP, visa gerar suínos geneticamente modificados capazes de fornecer órgãos para transplantes em humanos, como rins, sem provocar rejeição imunológica.
Projeto conduzido no Centro de Ciência para o Desenvolvimento em Xenotransplante (XenoBR, sediado na USP), com apoio da FAPESP, visa gerar suínos geneticamente modificados capazes de fornecer órgãos para transplantes em humanos, como rins, sem provocar rejeição imunológica.
Cientistas do Centro de Inovação em Novas Energias, um CPA da FAPESP, produziram protótipos nacionais de óxido sólido, capazes de gerar eletricidade a partir de hidrogênio, metano ou bioetanol. A tecnologia é aplicável a veículos elétricos e ao fornecimento de energia para regiões isoladas.
Cientistas do Centro de Inovação em Novas Energias, um CPA da FAPESP, produziram protótipos nacionais de óxido sólido, capazes de gerar eletricidade a partir de hidrogênio, metano ou bioetanol. A tecnologia é aplicável a veículos elétricos e ao fornecimento de energia para regiões isoladas.
Pesquisadores da Unicamp desenvolveram um curativo líquido bioativo com extratos naturais de casca de romã e alecrim. Aplicado na pele, seca rapidamente e forma um filme protetor. O produto é de fácil aplicação, resistente à água, tem baixo custo de produção e reutiliza resíduos agroindustriais.
Com apoio do PIPE-FAPESP, startup paulista desenvolveu uma molécula capaz de estimular o sistema imunológico para combater câncer causado pelo papilomavírus humano
Sistema desenvolvido por startup apoiada pelo PIPE-FAPESP faz avaliação em 8 minutos, o que reduz drasticamente o tempo necessário para salvar vidas; tecnologia será apresentada durante a VivaTech, em Paris
Com apoio da FAPESP, startup de Campinas desenvolveu tecnologias próprias de biofabricação e engenharia tecidual. Soluções serão apresentadas durante a maior feira de inovação da Europa, em Paris
Com apoio do PIPE-FAPESP, startup paulista desenvolve estratégias mais eficientes para combater patógenos que ameaçam a citricultura; tecnologia será apresentada durante a VivaTech, na França
Na pandemia, a Magnamed foi procurada pelo Ministério da Saúde para fornecer mais de 5 mil ventiladores pulmonares para serem distribuídos por hospitais públicos no país
Diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP deixou o cargo em agosto e foi presenteado com um livro contendo depoimentos de membros do Conselho Superior e seu presidente, diretores e colegas de trabalho
Pesquisadores da Unifesp e do Instituto Butantan desenvolvem versão melhorada do soro antibotrópico, aumentando a quantidade de anticorpos neutralizantes e reduzindo proteínas que causam a maior parte dos efeitos colaterais. Em camundongos, dose necessária foi 2,8 vezes menor do que a do tratamento tradicional
Fibra óptica biodegradável permite medir ou modular correntes elétricas no corpo humano. A novidade foi produzida a partir de ágar, material extraído de algas vermelhas
Em 23 de maio de 1962, o então governador Carlos Alberto de Carvalho Pinto assinou o decreto 40.132, que aprovou os Estatutos da FAPESP e possibilitou seu imediato funcionamento
O Ipen inaugurou um laboratório multiusuário com o que há de mais avançado em microscopia óptica de varredura de campo próximo. Adquirido com apoio da FAPESP, o equipamento será fundamental para o avanço em vários campos de pesquisa.
Um equipamento inovador desenvolvido na Unicamp conquistou destaque internacional por permitir explorar novas fronteiras da nanociência. Trata-se de um acessório para ser acoplado a um microscópio de varredura de tunelamento que tem como diferencial sua capacidade otimizada de captação de luz.
Pesquisadores da Unesp criaram dois novos produtos a partir de resíduos do pequi: um creme com ação anti-inflamatória e um protetor solar com propriedades antioxidantes que retardam o envelhecimento da pele
Cientistas da USP criaram uma luva de borracha sintética capaz de detectar resíduos de pesticidas em alimentos.
O dispositivo apresenta sensores nas pontas dos dedos que identificam a presença de substâncias tóxicas usadas no Brasil para cultivar cereais, frutas cítricas, café, algodão, cacau, banana, abacaxi, maçã e cana-de-açúcar.
A empresa 3D Biotechnology Solutions está desenvolvendo uma tecnologia para imprimir tecidos artificiais vascularizados. A solução permitirá a reprodução de órgãos bioimpressos a partir de células do próprio receptor.
Um radar desenvolvido pela startup Radaz tem sido usado para monitorar o crescimento da cana-de-açúcar com o objetivo de estimar o melhor momento para a colheita.
Pesquisadores da USP criaram um método que poderá tornar a fabricação de eletrodos e sensores até 66% mais barata. A ideia é trocar um reagente importado, o fotorresiste, por um adesivo cortado a laser.
Com apoio do PIPE-FAPESP, a startup BioSmart Nano desenvolveu um processo de extração de ácido hialurônico de alta pureza a partir da casca de ovo.
Iniciada em 1962, a parceria entre a FAPESP e o Instituto Butantan já se traduziu no apoio a 1.134 projetos de pesquisa - 54 deles em andamento, entre eles os ensaios clínicos da vacina Coronavac – e 1.458 bolsas, mais de 80 em curso