Por meio de treinamento complexo, que estimula simultaneamente diferentes habilidades motoras e cognitivas, pesquisadores da USP e da Oregon Health and Science University conseguiram reverter as alterações cerebrais associadas ao congelamento da marcha em pacientes com doença em estágio avançado.
Um estudo realizado por pesquisadores das faculdades de medicina da Unifesp e da USP, em parceria com a Universidade de Harvard, sugere que a atividade física reduz o risco de sete tipos de câncer: mama, cólon, endométrio, estômago, esôfago, rim e bexiga.
Em entrevista à Agência FAPESP, Jéssica Aragão, doutoranda em Ciência dos Alimentos pela USP, e pesquisadora do Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) apoiado pela FAPESP, detalha as medidas que os restaurantes devem adotar para garantir a segurança dos funcionários e consumidores.
Pesquisadores da Nanox, uma empresa paulista apoiada pelo Programa PIPE-FAPESP, desenvolveram um tecido com micropartículas de prata na superfície que demonstrou ser capaz de inativar o novo coronavírus (SARS-CoV-2). Em testes de laboratório, o material foi capaz de eliminar 99,9% da quantidade do vírus após dois minutos de contato.
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Ilha Solteira e o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) formaram o grupo “COVID-19: A Universidade Pública unida pelo SUS”. Com financiamento coletivo, o grupo está produzindo equipamentos de proteção individual (EPIs) para profissionais da saúde que estão na linha de frente do combate da COVID-19.
A startup paulista Nanox desenvolveu em parceria com a indústria de plásticos Elka uma máscara reutilizável com maior nível de proteção contra o novo coronavírus. Desenvolvido com apoio do Programa PIPE-FAPESP, o material possui partículas à base de sílica e prata com propriedades antimicrobianas e antifúngicas.
Com apoio da FAPESP, pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) estão desenvolvendo dispositivos para a identificação do novo coronavírus (SARS-CoV-2) em pacientes infectados, em ambientes contaminados e até mesmo nas redes de esgoto
Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) conseguiram isolar e cultivar em laboratório o coronavírus SARS-CoV-2 obtido dos dois primeiros pacientes brasileiros diagnosticados com a doença no Hospital Israelita Albert Einstein.