Equipe de 16 pesquisadores passou 19 dias investigando a biodiversidade de ecossistemas de altitude no norte do Amazonas. Amostras de solo, água e parasitas também foram coletadas para análises de saúde ambiental
Estudo internacional mostra que espécies em perigo de extinção abrem mão de explorar novos ambientes e adotam caminhos repetidos ao cruzar áreas com ameaça humana
Acampada no topo de um platô na Serra do Aracá desde 24 de agosto, equipe de 16 cientistas está investigando a biodiversidade de ecossistemas isolados e pouco conhecidos do bioma
Experimentos com diferentes espécies comprovam que a capacidade de acumular alcaloides a partir de suas presas não surgiu de um salto evolutivo, mas em estágios distintos de adaptação fisiológica
Com acampamentos montados a 850 e 1.260 metros de altitude, pesquisadores saem em busca de plantas e animais únicos desses ecossistemas remotos, no norte da Amazônia
Terceira etapa de projeto apoiado pela FAPESP levará 16 pesquisadores a área isolada de montanhas para investigar a história evolutiva dos ecossistemas de altitude da Amazônia. Equipe da Agência FAPESP acompanhará o trabalho de campo
Identificada no oeste do Acre, a Adenomera varcena revela uma diversidade oculta que só pôde ser comprovada por meio de análises de canto e DNA
Estudo na Serra do Cipó mostra como a polinização por animais sustenta o vigor genético e a viabilidade de sementes de canelas-de-ema em ecossistema vulnerável às mudanças climáticas
Estudo publicado na revista Nature mostra que a Tametara mirim vivia no subsolo, enquanto uma espécie contemporânea da Argentina vivia na superfície; indicando que já havia uma diversidade ecológica de serpentes estabelecida 80 milhões de anos atrás
Fotografias publicadas por usuários da plataforma iNaturalist mais do que dobraram o número de espécies de opiliões com registros de cuidado parental, permitindo reconstruir a evolução desse comportamento
Monitoramento inédito em área contínua de Mata Atlântica ajuda a compreender o uso do hábitat pela espécie, vulnerável à extinção
Estudo mostra que as gramíneas e ervas não desaparecem por simples intolerância à sombra, mas sim porque a falta de luz faz com que esgotem suas reservas subterrâneas de energia
Estudo revela que antas, queixadas, catetos e veados atuam como verdadeiros engenheiros do ecossistema ao diminuir a acidez da terra, aumentar a diversidade e acelerar a decomposição de matéria orgânica na floresta
Estudo feito nas florestas dos Andes equatorianos revela como as chuvas fortes destroem as armadilhas tecidas em seda e atuam como um filtro ecológico para as espécies
Serão apoiadas pesquisas colaborativas de alto impacto em ciências terrestres, marinhas, biologia de água doce, arqueologia, ciências polares e atmosféricas e observação da Terra
A Pyroantarticum pellizari vive em uma ilha vulcânica do continente gelado; descoberta é uma peça no quebra-cabeças da evolução das arqueias, domínio relativamente pouco explorado da vida terrestre
Queimadas e corte seletivo afetam profundamente a variedade de espécies, funções ecológicas e linhagens evolutivas; ainda assim, são mais ricas do que as regeneradas após derrubada total
Queimadas e corte seletivo afetam profundamente a variedade de espécies, funções ecológicas e linhagens evolutivas; ainda assim, são mais ricas do que as regeneradas após derrubada total
Com distribuição na Amazônia, no Pantanal e na Mata Atlântica, elas foram diferenciadas a partir do que era conhecido como apenas uma espécie por meio de integração de análises de morfologia, dados moleculares e de interação com plantas hospedeiras
Estudo com genomas completos de todo o continente conta história mais detalhada do povoamento do continente; estudo foi capa da Nature
Estudo com genomas completos de todo o continente conta história mais detalhada do povoamento do continente; estudo foi capa da Nature
Novas evidências e reanálise de material de 540 milhões de anos com técnicas avançadas de imagem descartam entendimento de que fossem vermes ou pequenos animais oceânicos
Estudo com participação do CBioClima, um CEPID da FAPESP, conclui que conservar paisagens não significa apenas proteger fragmentos de forma isolada
Estudo com participação do CBioClima, um CEPID da FAPESP, conclui que conservar paisagens não significa apenas proteger fragmentos de forma isolada
Análise de descrições de 1.116 novas espécies revela que, embora os trópicos concentrem 90% das descobertas, a desigualdade financeira limita o acesso a tecnologias de ponta